Sobre Flavio Lenz

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Trabalhou paralelamente na sociedade civil e na mídia privada nas décadas de 80 e 90 do século passado. De um lado, nos dois principais jornais do Rio de Janeiro: O Globo (brevemente) e Jornal do Brasil (padecendo quase quinhentos pescoções, as maratonas de sexta-feira nas redações). No terceiro setor, foi secretário de redação do Iser, onde incorporou a função de editor do primeiro –e talvez único – jornal de prostitutas, Beijo da rua, hoje apresentado também, em um site ponto com. Em 1992, tornou-se um dos fundadores da ONG Davida, para a qual o título editorial foi transferido. É autor de uma fotonovela e de uma peça de teatro sobre sexo mais seguro e direitos humanos na prostituição, consultor da Rede Brasileira de Prostitutas, assessor de comunicação da grife Daspu e secretário–executivo adjunto da ONG Davida, criadora da marca. Atuou também como correspondente da agência de notícias NPL, publicando artigos (traduzidos, naturalmente) em jornais diários e semanais de língua alemã, na Áustria, Suíça, Luxemburgo e Alemanha. Carioca, aprecia uma boa conversa no botequim, adora caminhar pela cidade e se aquecer ao sol antes ou depois do verão.